sábado, 16 de febrero de 2013

LAMURIA ABISSAL


Origen : Brasil, Río de Janeiro
Formados : 2011
Estilo : Black depresivo
Temática : Muerte, locura, suicidio y negativismo
Miembros:

Pale                  Todos los instrumentos
Reverand Despair Voces

Discografía:


  • Cânticos de um Além Abismo Demo 2012
  • O Último Descanso Finalmente Lhe é Concedido CD 2012   
  • Spilled into This Disgrace of World Split 2014  
  • Passagem para o Além Abismo EP 2016


                                               CÂNTICOS DE UM ALÉM ABISMO (2012)
Aléjense de esta propuesta todos aquellos que no comulgan con todos los cánones del estilo, sobre todo en el aspecto vocal, ya que Thy se desgañita y sufre con cada palabra que canta. La música asfixia al oyente, creando con las guitarras y los sintetizadores una atmósfera insana y demencial, sugeriendonos un estado de desesperación y locura a partes iguales. Aún siendo una banda relativamente novel en la escena, no han perdido en tiempo y se acercan de manera acertada a los patrones clásicos del estilo. (8)
1. Intro (Conclusão, Início do Fim) 06:43  
2. Nostalgia Justaposta em Suicídio 04:49
  e acontecimentos que só se ecoam em minha mente e as lagrimas que sangram de tanta lamúria depositada em cada uma delas, gritos sufocados que se destroem da garganta a dentro até o estomago, engolindo toda a magoa se sobressaindo em tristeza, talvez eu nunca tenha tentado fazer as coisas da maneira correta, agora não quero mais esperar nada das pessoas, é a unica maneira de não se machucar
e agora aqui me deito, em minhas lembranças sucumbidas e coisas que nunca contarei a ninguem, não só por vergonha ou medo, mas por que são como cadaveres sepultados em meu coração, que eu nunca consigo me livrar do fardo e la continuaram enterrados...

o tempo não cura feridas, elas continuam la, expostas, criando cascas e expelindo pus, elas só secam e se tornam cicatrizes, mas nenhum sentimento muda, nem nada melhora

E se acabou a hora de lutar, ter que viver por essa angústia, já estou cansado de só sempre sangrar, não quero mais continuar

“o tempo não cura feridas, não, não cura nada, não cura nada, não cura nada”

O tempo não cura nada
3. Desde Que Você Morreu Para Mim... 12:18
  vamos a uma nova ilusão, talvez que a vida tenha um novo inicio, depois de tanto sacrifício, cai-se tudo de novo no mesmo maleficio, estou cansado de sentir remorso, culpa, medo e insegurança, talvez nunca nunca mesmo, era pra ter tido alguma esperança, todas as pessoas que conheço só aparecem para ir embora, queria nunca ter tido ideia alguma, do que é ser iludido e abandonado
ja é mais do que tarde demais
olhando pra essa tão brilhante lâmina, reflito sobre o começo do final das coisas, relutantemente tudo só volta para o mesmo estado de letargia, desesperança e agonia
o resumo da minha vida, se ecoa em ciclos destrutivos
o que afinal seria agonia? Após tantas vezes que ja deixei o tempo ir, a vida se torna uma grande espera por coisas e pessoas que nunca chegarão, ja penso que algo construtivo se ergue apartir do ódio, ele sempre me liberta para cada vez mais alimenta-lo de novo, me consumindo pela raiva e uma incansável ânsia de frieza
saia de mim, como uma praga incorporada a meu ser, você nunca sai de mim, praga, nojenta, esquece, mente inutil, esquece, esse expurgo
por todo o tempo possivel eu quis ficar com você, você simplismente escolheu ir embora e me abandonar, como todas as pessoas que ja conheci, você não acrescentou nada, nisso eu só perdi, meu tempo esforço e vitalidade, em uma doença, uma bulimia passional, sua despejando, suas fraquezas em mim
todos os dias eu me arrependo, de ter feito tanto, a cada dia eu me forço mais, a esquecer...
eu me sangro em lutas inuteis, a força já não me rende mais para continuar a tentar fazer cada vez mais frutrações, que me iludem em algum dia algo sair dessa rotina tão destrutiva, já que a vida só me rende lamentações e tristezas, dela já não esperarei mais nada, não lutarei pelas pessoas, só luto por mim, pois eu sou o único que não me abandonarei e não irei deixar, me abandonar, assim, não de novo
não sei o que eu espero, nem o que eu quero, numa desolação momentânea que se ecoa varias vezes me perco por pesamentos pesados e decepcionados
numa ironia, talvez do destino, carrego um fardo que no fundo não quero me livrar
Já não se tem mais esperança, olho pra dentro e só vejo minhas partes desmontadas numa serenidade doentia ou quase sufocante
grito por dentro, grito por fora e nada nunca mudará o acontecido
acho que está na hora de encarar e deixar tudo passar, ja passou na verdade ou nunca esteve parado, tudo mudou, ainda suplico à meu consciente para pensar no que isso se baseou
não teve sentido nenhum
é hora de reunir detalhe à detalhe, varrer essa angustia que tripula em minhas expressões e conclusões
é tanto medo que eu tenho de hoje, a afirmação seria insanidade?
tudo foi em vão, nada valeu a pena, nem nunca valerá, isso sim é mais que certo
continuo à esperar, o que eu não sei, talvez só queria acordar e ver que é mentira
qual seria a verdade? …talvez eu queira escolher uma pra acreditar, anestesiaria a dor, mas não mudaria nada de qualquer maneira
4. 6 Soluções Para Essa Agonia Dentro Desta 38 10:42
De novo, a repetição de convivência e gente que só me enoja em volta, cada vez mais sinto a raiva estremecer a carne que já não suporta mais tanto ódio impregnado em um corpo abatido por tantas tristezas simultâneas

É tudo perdição e malédico, maldição de vida vazia

Monotonia que me engole, monotonia que me atravessa o peito, vendo meus dias passarem sem nada e ninguém, sendo um nada até pra mim mesmo, me pergunto porque deveria continuar, tudo já perdeu demais o sentido, já cansei de repetir que não aguento mais

E as paredes irão se aumentar, nessa palidez irei lamentar, olhando vibrantemente
Vendo minha sobriedade e lucidez desmoronar nessa desgraça, dia após dia

ja cansei dessa desolação completa
repleta de desespero, angustia e ódio
ter que conviver com o fardo de esquecer
e engolir toda a raiva e continuar
o ponteiro bate nas 4 da manhã
de novo estou eu aqui sentado no chão de meu quarto
olhando pro teto, tentando achar uma razão
para não terminar algo sem vida

eu não vivo mais, só fico aqui parado morrendo
remoendo cada segundo ja vivido
e remoendo cada segundo que se passa
e o cano brilhante, com o metal frio
gélido que perfura a pele até os sentimentos mais sombrios
tentando você a tomar uma atitude
que seria a primeira útil e a ultima de todas
e agora deixo a morte me engolir por inteiro   
  34:32  


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